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domingo, 15 de dezembro de 2013

AO RELENTO






Menino magrinho como um talo
Vivia sozinho sem família
Pedia esmola nas ruas de São Paulo
A todos perguntava pelo uma tia.

Expulsavam-no gritando:
-Moleque miserável e vadio!
-Também quem é do bem leva castigo!
Tais atitudes lhe deixavam um vazio.

Com fome adormeceu ao relento
Passou um rico e se comoveu
Deu-lhe uma casa livrou-o do vento
Recebia a bênção que Deus lhe deu.

                 

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